Acolhimento Terapêutico Voluntário – Atividades
A espiritualidade desempenha um papel fundamental dentro da comunidade terapêutica ecumênica, pois contribui significativamente para o processo de recuperação, transformação pessoal e reintegração social dos indivíduos. Essa abordagem transcende dogmas religiosos específicos e busca promover um ambiente de acolhimento, respeito e conexão com algo maior, independentemente das crenças individuais.
Dentro desse contexto, a espiritualidade funciona como uma fonte de força, motivação e esperança para aqueles que enfrentam desafios como a dependência química, transtornos emocionais e dificuldades de reinserção social. Ela proporciona um sentido de propósito e pertencimento, elementos essenciais para a construção de uma nova identidade livre das amarras do passado.
A prática espiritual em uma comunidade terapêutica ecumênica pode se manifestar de diversas formas, como momentos de meditação, orações, reflexões, práticas de gratidão e apoio mútuo. O objetivo é criar um ambiente no qual cada indivíduo possa encontrar um caminho de crescimento pessoal e interior, respeitando sua trajetória e experiências de vida.
Além disso, a espiritualidade promove valores essenciais, como o perdão, a empatia, a solidariedade e a compaixão, fortalecendo os laços entre os membros da comunidade. Dessa maneira, a jornada terapêutica se torna mais acolhedora e eficaz, ajudando na reconstrução da autoestima e no desenvolvimento da resiliência necessária para enfrentar os desafios da vida.
Em resumo, a espiritualidade na comunidade terapêutica ecumênica é um pilar que sustenta a recuperação integral do ser humano. Ao proporcionar um ambiente de acolhimento e crescimento, possibilita que cada indivíduo encontre sentido para sua existência, promovendo a cura não apenas do corpo e da mente, mas também da alma.
As atividades complementares são ações extracurriculares que ampliam o aprendizado e contribuem para o desenvolvimento pessoal, acadêmico e profissional, aprimorando habilidades e experiências.
Entre as atividades estão:
- Inclusão digital por meio de cursos online que fortalecem currículos, aumentando as possibilidades no mercado de trabalho;
- Palestras que aprimoram o conhecimento em diversas áreas;
- Leituras que enriquecem a base teórica e incentivam o pensamento crítico;
- Caminhadas externas, estimulando o hábito de inserir atividades físicas na rotina, promovendo melhora na qualidade de vida;
- Educação financeira que ensina como lidar com o dinheiro, definindo prioridades na hora de realizar compras. Atividade realizada ainda em acolhimento, as quais ocorrem mensalmente, com o objetivo de desenvolver habilidades para a vida diária.
As “Atividades da Vida Diária (AVDs)” são essenciais para a independência e qualidade de vida de qualquer pessoa, especialmente para aqueles que estão em processos de reabilitação física, mental ou social. Elas são frequentemente usadas em terapias ocupacionais e programas de recuperação para ajudar no desenvolvimento da autonomia e funcionalidade.
- Promoção da Autonomia – Ajuda indivíduos a realizarem suas tarefas diárias como arrumar a cama, lavar roupas, louça e manter a organização da sua casa, sem depender de terceiros.
- Reabilitação Física e Mental – Contribui para o fortalecimento motor, cognitivo e emocional.
- Melhoria da Qualidade de Vida – A capacidade de realizar atividades sozinho melhora a autoestima e a sensação de bem-estar.
- Prevenção de Recaídas (em casos de dependência química, transtornos mentais ou doenças crônicas) – Mantém a mente ocupada e reforça rotinas saudáveis.
- Inclusão Social – Permite que a pessoa participe melhor da sociedade e do convívio familiar.
Objetivo Terapêutico das AVDs
As AVDs são utilizadas com diferentes propósitos terapêuticos, dependendo da necessidade de cada pessoa:
1. Reabilitação Física
- Melhoria da coordenação motora e fortalecimento muscular.
- Recuperação de funções motoras comprometidas por lesões ou doenças.
2. Reabilitação Cognitiva
- Treinamento da memória, atenção e planejamento.
- Desenvolvimento da capacidade de tomada de decisões e solução de problemas.
3. Controle Emocional e Socialização
- Estímulo à rotina e estabilidade emocional.
- Reintegração em grupos sociais e atividades comunitárias.
4. Prevenção de Dependência e Recaídas
- Manter-se ocupado reduz a vontade de retomar hábitos prejudiciais.
- Criar rotinas saudáveis ajuda a evitar ociosidade e gatilhos para recaídas.
- Cuidar da casa vai além da simples organização e limpeza, pode ter um forte impacto terapêutico. Para muitas pessoas, principalmente aquelas em processos de reabilitação (física, mental ou social), manter um ambiente limpo e organizado contribui para o bem-estar, autoestima e autonomia.
- Reconhecer que aquele local, o seu lar, é o seu bem maior e mantê-lo organizado, limpo e cuidado faz um diferencial enorme no dia a dia.
- Estabelecer um bom relacionamento entre as pessoas do seu convívio, manter diálogos frequentes, externalizar seus pensamentos e emoções e ouvir o outro é preciso, assim como definir regras e dividir tarefas da rotina diárias. Essas iniciativas trazem equilíbrio à convivência.
As atividades desportivas são fundamentais para o bem-estar físico, mental e social. Elas podem ser praticadas de forma recreativa, contribuindo para a saúde, disciplina e integração.
Ajudam nas mudanças de hábitos, substituindo, por exemplo, o horário que antes era usufruído para a adicção, por caminhadas, idas à academia, entre outras atividades.
A organização de passeios externos para resgatar ou iniciar o contato com atividades culturais promove o aprendizado por meio da vivência, estimula a percepção histórica, artística e social, enriquece o conhecimento e fortalecer a identidade cultural dos participantes. Passeios em bosque, zoológicos e shoppings, por exemplo, também facilitam a reintegração social.
Nosso espaço oferece uma estrutura completa para o bem-estar e lazer, incluindo piscina, academia, campo de futebol, quadra de vôlei, sala de televisão, sala de informática e uma biblioteca com livros de diversos gêneros.
O lazer desempenha um papel fundamental na qualidade de vida, contribuindo para a redução do estresse, do cansaço mental e físico, além de promover o equilíbrio e o bem-estar dos indivíduos.
NARCÓTICOS ANÔNIMOS
O serviço primordial fornecido por Narcóticos Anônimos é a reunião nos grupos de NA. Cada grupo se baseia nos princípios comuns da organização, que estão expressos na literatura de NA.
A participação é aberta para todos os adictos a drogas, independente de uma droga em particular ou combinação de drogas usadas. Ao adaptar o “Primeiro Passo” de AA, a “adicção” substituiu o “álcool”, removendo a linguagem específica de uma droga e refletindo o “conceito de doença” da palavra.
Narcóticos Anônimos oferece um processo de recuperação e uma rede de ajuda mútua que são interligados. Uma das chaves do sucesso de NA é o valor terapêutico de adictos trabalhando com outros adictos. Os membros partilham seus sucessos e desafios em superar a adicção ativa e em viver vidas produtivas livres de drogas, através da aplicação dos princípios contidos nos “Doze Passos” e “Doze Tradições” de NA. Estes princípios são o núcleo do programa de recuperação de NA. Narcóticos Anônimos é um programa de recuperação não religioso. Cada membro é encorajado a cultivar um entendimento individual – religioso ou não – dos princípios espirituais e aplicar esses princípios na vida cotidiana.
Não há restrições sociais, religiosas, econômicas, raciais, étnicas, nacionais, de gênero ou status social para tornar-se membro. Não há matrículas nem taxas para participar. A maioria dos membros contribui regularmente nas reuniões para ajudar cobrir despesas necessárias como o aluguel do espaço de reunião.
O programa tem apenas uma missão: oferecer um ambiente no qual adictos podem ajudar uns aos outros a parar de usar drogas e encontrar uma nova maneira de viver. O estado de ser membro é baseado no desejo de parar de usar drogas, incluindo o álcool, e tem como alicerce o princípio da completa abstinência. A experiência dos membros tem sido a de que a completa e contínua abstinência fornece o melhor alicerce para a recuperação e crescimento pessoal.
ALCOÓLICOS ANÔNIMOS
ALCOÓLICOS ANÔNIMOS® é uma Irmandade de pessoas que compartilham suas experiências sobre o problema em comum, ajudando-se e apoiando outras pessoas a libertar-se do alcoolismo.
Juntos, por meio da troca de ideias e apoio mútuo, os participantes conseguem permanecer sóbrios e eliminar a compulsão pela bebida, um sentimento, até então, dominante em suas vidas.
Os membros usam os “Doze Passos” para manterem a sobriedade. Os grupos usam as “Doze Tradições” para permanecerem unidos.
Os “Doze Passos” de A.A. são um conjunto de princípios espirituais. Quando praticados como forma de vida, podem expulsar a obsessão pela bebida e permitir que o sofredor se recupere do alcoolismo.
As “Doze Tradições” se aplicam à irmandade como um todo. Eles descrevem como a A.A. mantém sua unidade e se relaciona com o mundo ao seu redor.
Informações sobre o programa de recuperação do grupo estão no livro “Alcoólicos Anônimos”, que também traz histórias escritas pelos cofundadores e por uma ampla gama de membros que encontraram recuperação na irmandade.
AMOR EXIGENTE
“Amor Exigente” é um programa de proteção social que apoia e facilita mudanças comportamentais na família e na sociedade, visando levar qualidade de vida e ações de prevenção direcionadas a diversas dependências.
Atua como apoio e orientação aos familiares de dependentes químicos e às pessoas com comportamentos inadequados. Através de um eficiente programa de auto e mútua ajuda, o “Amor Exigente” desenvolve preceitos para a reorganização familiar, sensibilizando as pessoas e levando-as a perceber a necessidade de mudar o rumo de suas vidas a partir de si mesmas, proporcionando a elas ter equilíbrio e qualidade de vida.
Como diz o seu lema: torná-las cada vez melhor.
O programa realiza reuniões semanais, além de cursos e palestras, levando em consideração doze princípios básicos, doze princípios éticos, aliados à espiritualidade, pluralista e responsabilidade social.
Os grupos coordenados por assistentes sociais desempenham papel essencial na promoção da cidadania, no fortalecimento da comunidade e no apoio a pessoas em situação de vulnerabilidade. Atuam em diversas áreas, oferecendo suporte e orientação sobre direitos, políticas públicas e acesso a serviços sociais.
São espaços seguros para a troca de experiências e construção coletiva de soluções. Melhoram a qualidade de vida do participante, ao incentivar que ele seja protagonista de sua história, promover a sua inserção social e estimulá-lo quanto profissional, contribuindo para a redução da desigualdade. Além disso, estes grupos fortalecem a solidariedade e incentivam a construção de políticas públicas mais inclusivas.
Estabelecer metas é essencial para o crescimento pessoal e profissional, pois proporciona direção, motivação e propósito. No entanto, alcançar objetivos muitas vezes exige renúncias, ou seja, que o indivíduo abra mão de certos hábitos, prazeres ou zonas de conforto para conquistar algo maior.
1. A relação entre metas e renúncias
- Foco e disciplina – Para atingir uma meta, é necessário manter a disciplina, o que pode significar renunciar a distrações e procrastinação.
- Sacrifícios em curto prazo para ganhos em longo prazo – Muitas vezes, renunciar ao lazer excessivo, ao conforto imediato ou a certos hábitos é necessário para alcançar grandes conquistas.
- Equilíbrio e planejamento – Renunciar pode levar à frustração. O segredo está em fazer escolhas conscientes e equilibradas.
2. Como equilibrar metas e renúncias?
- Definir prioridades – Saber o que é mais importante ajuda a evitar sacrifícios desnecessários.
- Manter a motivação – Ter clareza sobre o motivo da meta facilita lidar com as renúncias.
- Celebrar pequenas conquistas – Reconhecer o progresso ajuda a tornar o caminho mais leve e motivador.
Metas e renúncias caminham juntas. Quando bem planejadas, tornam-se parte de um processo saudável de evolução.
Os grupos psicoterapêuticos são uma modalidade de intervenção terapêutica em que um ou mais profissionais facilitam encontros entre pessoas que compartilham questões emocionais, comportamentais ou psicológicas. O trabalho de interação com os outros membros juntamente com o suporte do profissional proporciona inúmeros benefícios aos participantes.
São espaços estruturados nos quais indivíduos podem explorar suas emoções, pensamentos e comportamentos dentro de um ambiente seguro e acolhedor. A dinâmica do grupo promove a troca de experiências, favorecendo a compreensão mútua e o crescimento pessoal.
A participação em um grupo psicoterapêutico oferece diversas vantagens como:
- Sensação de pertencimento: o grupo proporciona um espaço de acolhimento, reduzindo o isolamento e promovendo conexões interpessoais.
- Troca de experiências: compartilhar vivências permite que os participantes percebam que não estão sozinhos em suas dificuldades.
- Desenvolvimento de habilidades sociais: a interação no grupo fortalece a comunicação, a empatia e a resolução de conflitos.
- Espelho emocional: observar e ouvir outras pessoas pode ajudar os participantes a reconhecerem padrões em si mesmos.
- Suporte emocional: o grupo funciona como uma rede de apoio, oferecendo encorajamento e validação.
A participação é flexível, permitindo que novos membros ingressem a qualquer momento. Os temas dos grupos são previamente estudados pelos profissionais, levando em consideração questões específicas, como ansiedade, depressão, dependência química, dependência emocional, dificuldade em expressar sentimentos e validar sentimentos.
A psicoterapia em grupo é uma ferramenta poderosa para o autoconhecimento e a superação de desafios emocionais. Através da interação e do suporte mútuo, os participantes compreensão sobre si mesmos e aprendem novas formas de lidar com suas dificuldades. Quando bem conduzida, essa modalidade terapêutica pode ser transformadora e promover mudanças significativas na vida dos indivíduos.
Acesso à educação básica, englobando alfabetização, aulas de português, aulas de matemática, incentivo à leitura, incentivo à escrita, entre outras práticas educativas, com implementação de ações para inclusão e cidadania.
O pedagogo tem um papel transformador, pois contribui diretamente para a formação de cidadãos mais críticos e conscientes.
Consiste em um conjunto de princípios, que se praticados como um modo de vida, ajudam a controlar a compulsão pelo uso de substâncias psicoativas destrutivas, possibilitando que o indivíduo tenha uma vida íntegra, feliz e útil.
Este conjunto de princípios abrange informações sobre a recuperação da adicção, a definição de metas, a priorização de tarefas, além da importância de uma vida com regras e disciplinas.
Ensina que adictos não podem acreditar que são capazes de controlar o uso de substâncias, e que isso irá levá-los a uma recaída completa. Ou seja, não existe controle quando se trata de uma adicção. Existe manutenção a ser feita para a busca intermitente da sobriedade. Portanto, é importante a admissão da impotência perante o problema e a aceitação da situação.
Realiza uma reflexão individual, que pode ser compartilhada em grupo ou apenas com o profissional escolhido pelo acolhido para compartilhar um inventário moral de si mesmo, abordando a sua vida desde a infância até a fase atual. Processo íntimo e muito sensível que deve ser lidado com o máximo de cautela. Remexer no passado traz lembranças e traumas das quais se deseja esquecer.
A intenção é fazer com que este indivíduo tenha mais conexão consigo, para identificar o que não está de acordo com a sua mudança de vida, admintindo e reconhecendo erros, assim como validando seus sentimentos.
O objetivo é melhorar o contato do adicto ao seu consciente e junto às novas informações que são passadas pelos profissionais capacitados, orientando-o a serem colocadas em prática.
A paciência e persistência é imprescindível, pois o processo tem altos e baixos, os “pequenos” avanços são importantes e devem ser valorizados.
A evolução pessoal em oficinas gastronômicas é essencial tanto para o crescimento profissional quanto para o desenvolvimento pessoal, levando em consideração que a higiene é parte fundamental e imprescindível para a preparação do alimento que será manuseado e consumido.
Aqui estão alguns dos principais pontos que mostram essa importância:
1. Desenvolvimento de habilidades técnicas
- Aprimoramento de técnicas culinárias, como cortes, preparos e apresentações de pratos.
- Conhecimento sobre ingredientes, combinações de sabores e novas tendências gastronômicas.
2. Aperfeiçoamento da criatividade
- Oficinas gastronômicas estimulam a experimentação e inovação na cozinha. Dão confiança e autoestima para o acolhido que está aprendendo e colocando em prática um exercício que muitas vezes não tinha nenhuma afinidade. Descoberta da sua capacidade.
- O aprendizado de novas receitas e técnicas amplia a capacidade de criação e adaptação.
3. Construção da autoconfiança
- A prática constante melhora a autoestima e a segurança ao cozinhar.
- Superar desafios na cozinha fortalece a resiliência e a perseverança.
4. Trabalho em equipe e comunicação
- Muitas oficinas são colaborativas, ajudando a desenvolver habilidades interpessoais.
- Ensina a trabalhar sob pressão e coordenar tarefas.
5. Gestão de tempo e organização
- A cozinha exige disciplina e planejamento para garantir eficiência.
- Aprender a administrar tempo e recursos melhora a produtividade.
6. Autoconhecimento e bem-estar
- Cozinhar pode ser uma forma de expressão e terapia.
- Desenvolver novas habilidades traz realização pessoal e motivação.
- Organização.
7. Oportunidades profissionais
- Oficinas gastronômicas podem abrir portas para uma carreira na gastronomia.
Tem como meta ensinar os acolhidos a usufruírem das ferramentas necessárias à mudança de vida, focando principalmente a renúncia de antigos hábitos, amizades e lugares que costumava frequentar durante a fase ‘ativa’.
Neste panorama, as oficinas simulam situações de risco, para medir o grau de habilidade em determinadas situações, tais como ansiedade, emoções negativas, emoções de euforia, preocupação, frustração, lembranças, angústia, solidão, raiva, ócio, entre outros. A técnica promove reflexão e elenca possíveis caminhos para uma melhora.
As oficinas também abordam o entendimento sobre diversão e prazer, trazendo à tona temas relacionados a comemorações em festas, bares e boates, euforia, excitação, viagens, saídas para restaurantes, finais de semana e feriados, férias, relacionamento sexual e o consumo de pornografia.
Além disso, apresentam maneiras para o adicto não trocar o propósito principal por uma proposta tentadora, por exemplo, quando lhe é oferecida uma bebida ou substâncias.
Cada sujeito irá achar caminhos para a sobriedade de forma pessoal e individual, visto que ninguém é igual a ninguém, entretanto, quando se trata de dependência química é possível listar algumas habilidades que a grande maioria pode usufruir.
1. Identificar seus gatilhos
A recaída muitas vezes começa antes do uso da substância. Identificar e evitar situações de risco é essencial. Os principais gatilhos incluem:
- Pessoas e lugares associados ao uso.
- Estados emocionais negativos, como ansiedade, estresse ou depressão.
- Autoengano, achando que pode usar “só um pouco” sem perder o controle.
2. Manter-se em tratamento e com apoio
- Terapia individual ou em grupo pode ajudar a fortalecer sua recuperação.
- Grupos de apoio, como Narcóticos Anônimos (NA) e Alcoólicos Anônimos (AA), oferecem suporte constante.
- Família e amigos podem ser uma rede de apoio importante – mantenha-se próximo de quem quer seu bem.
3. Desenvolver um estilo de vida saudável
- Exercícios físicos ajudam a aliviar o estresse e melhorar o humor.
- Rotina estruturada mantém a mente ocupada e evita momentos de vulnerabilidade.
- Novo círculo social: afaste-se de más influências e busque novas amizades saudáveis.
4. Ter um plano para momentos de tentação
- Pratique dizer “não” de forma firme e sem hesitação.
- Se sentir vontade de usar, ligue para alguém de confiança ou vá a uma reunião de apoio.
- Tenha um plano de fuga para evitar situações perigosas.
5. Aprenda com as recaídas (caso aconteçam)
- Em vez de se culpar, analise o que aconteceu e quais foram os gatilhos.
- Volte imediatamente ao tratamento e reforce seus mecanismos de enfrentamento.
- Lembre-se: recaída não significa fracasso, mas sim parte do processo de recuperação.
- Aprenda a identificar ou pedir ajuda quando está com comportamentos diferentes do que se propôs na sua mudança de vida, como chantagens, manipulações, mentiras e entre outros.
- Construa um vínculo saudável com pessoas de sua confiança para ter espaço para conversas sinceras, sobre seus sentimentos, desejos e vontades, procurando orientação e apoio.
- Desenvolva um conjunto de técnicas cognitivas e comportamentais para identificar os sinais de recaída. Isso irá ajudá-lo a evitar os hábitos prejudiciais e consequentemente na procura e uso da substância psicoativa.
- Aprenda a lidar com situações difíceis, como compromissos, reuniões sociais, desentendimentos conjugais, familiares e de amizades, como términos de relações, convivência com pessoas que fazem uso de álcool socialmente, problemas de saúde ou morte, entre outras.
Momento em que tempo e espaço são destinados ao olhar analítico do acolhido sobre si, fazendo com que ele expresse suas frustrações, opressões, decepções, arrependimentos e mágoas, promovendo assim, uma reflexão profunda que alivia. As reuniões acontecem com o compromisso de sigilo absoluto entre os participantes.
Atendimentos psicológicos individuais com profissionais capacitados, com escuta ativa especializada para desenvolver autoconhecimento. Desempenha um papel essencial na promoção da saúde mental e do bem-estar emocional.
Atendimentos sociais individuais, visando entender quem é o acolhido, por meio do seu histórico e condição social para ajudá-lo na resolução de problemas, desenvolvimento de autonomia e crescimento pessoal e social. Atua na viabilização da garantia de direitos.